A AEDRU estrutura marcas cosméticas do conceito ao controle de qualidade, integrando criação de marca, formulação, regularização ANVISA, estabilidade, desenvolvimento analítico, BPF, documentação técnica e qualificação do laboratório de CQ.
Quer criar a primeira marca cosmética, mas ainda não tem estrutura regulatória. A AEDRU organiza todo o processo do zero.
Já tem produtos no mercado e quer expandir o portfólio, obter Grau 2 ou adequar a operação à RDC 752/2022.
Empresa de outro setor que quer entrar no mercado cosmético com linha própria e estrutura regulatória correta desde o início.
Quer ter marca própria com produção terceirizada — a AEDRU qualifica fornecedores e gerencia os contratos exigidos pela ANVISA.
Lançar uma marca cosmética envolve etapas técnicas, regulatórias e operacionais que precisam ser executadas na ordem certa. A AEDRU mapeia o caminho completo e acompanha cada fase.
Antes de formular, é preciso definir o que a marca vai ser: proposta de valor, território visual, público, concorrência, categorias de produto, segmento de mercado (Grau 1 ou Grau 2) e atributos de diferenciação. Esta etapa orienta branding, embalagem, formulação, comunicação e escolhas regulatórias.
Para operar legalmente com cosméticos no Brasil, a empresa precisa da Autorização de Funcionamento de Empresas (AFE) da ANVISA e do Alvará Sanitário da Vigilância Sanitária local. A AEDRU conduz todo o processo de obtenção, do cadastro inicial até a publicação no Diário Oficial.
Cada produto cosmético começa com uma formulação técnica adequada ao uso pretendido, à legislação vigente e ao perfil do consumidor. A AEDRU suporta o desenvolvimento desde a seleção de matérias-primas até a especificação final do produto acabado.
Antes de registrar ou notificar o produto, é necessário comprovar que ele mantém suas características ao longo do prazo de validade. Os estudos de estabilidade são obrigatórios e fazem parte do dossiê técnico para a ANVISA.
Com os estudos de estabilidade e a documentação técnica completa, o produto está pronto para regularização. A AEDRU elabora o dossiê e conduz o processo de notificação (Grau 1) ou registro (Grau 2) junto à ANVISA.
A rotulagem de cosméticos no Brasil segue regras específicas por categoria de produto — lista de ingredientes em ordem decrescente de concentração (INCI), frases obrigatórias, advertências e informações de identificação. Um rótulo incorreto pode inviabilizar a comercialização.
A RDC 752/2022 exige que toda empresa cosmética opere dentro de um sistema de Boas Práticas de Fabricação documentado, com instrumentos de controle de qualidade qualificados. A AEDRU implementa e qualifica tudo.
O início da produção exige que todos os processos estejam validados, os equipamentos qualificados e a equipe treinada antes da fabricação do primeiro lote comercial.
A equipe que opera, analisa e documenta precisa estar qualificada — é um requisito de BPF e é verificado em inspeções da ANVISA. A AEDRU realiza treinamentos in company com certificado incluído.
Após o lançamento, a marca cosmética precisa manter a conformidade em curso e planejar a expansão do portfólio com o mesmo rigor técnico e regulatório.
Sim. Para fabricar, importar ou distribuir cosméticos no Brasil, é necessário ter CNPJ e obter a Autorização de Funcionamento de Empresas (AFE) emitida pela ANVISA. A AEDRU conduz todo esse processo — do cadastro inicial até a publicação da AFE no Diário Oficial.
Cosméticos de Grau 1 (menor risco: shampoos, sabonetes comuns, cremes hidratantes) passam por notificação simplificada — processo mais rápido. Cosméticos de Grau 2 (maior risco: tinturas capilares, protetores solares, alisantes, produtos anti-idade com ativos específicos) exigem registro completo com dossiê técnico e análise mais longa pela ANVISA.
Depende do portfólio. Para produtos Grau 1, da abertura da empresa à notificação podem ser de 3 a 6 meses. Para Grau 2, o processo pode levar de 12 a 24 meses. A AEDRU ajuda a planejar um cronograma realista desde o início, priorizando os produtos mais simples para gerar receita enquanto os Grau 2 são processados.
Não obrigatoriamente. É possível terceirizar a produção (contract manufacturing) e ainda ter uma marca própria. A AEDRU suporta a qualificação do fabricante terceirizado, a gestão dos contratos obrigatórios e a qualificação dos instrumentos do laboratório de CQ — seja próprio ou terceirizado.
Sim. Apoiamos no desenvolvimento técnico de formulações, na seleção de matérias-primas e fornecedores, na elaboração de especificações e instruções de produção. Para produtos mais complexos, também apoiamos na avaliação de segurança e eficácia.
Sim. Atendemos em todo o Brasil, com visitas técnicas presenciais agendadas conforme necessidade e suporte remoto contínuo para documentação e regularização.
A AEDRU acompanha cada etapa do lançamento da sua marca cosmética, do conceito ao primeiro lote aprovado.